Risco Cirúrgico: Avaliação Pré-operatória

Como a cirurgia geralmente é dolorosa, é quase sempre precedida pela administração de algum tipo de anestesia, analgésico ou ambos. Os anestésicos bloqueiam a percepção da dor, causando perda da sensação (dormência) ou da consciência, e os analgésicos são medicamentos administrados para reduzir a dor. Os anestésicos são geralmente administrados pelos profissionais da área da saúde especialmente treinados e certificados na administração de anestesia. Esses profissionais da área de saúde podem ser médicos (anestesiologistas) ou enfermeiros (enfermeiros anestesistas). Uma biópsia, na qual um pedaço de tecido é removido para exame em um microscópio, é o tipo mais comum de cirurgia de diagnóstico.

Cirurgia de grande porte e cirurgia de pequeno porte

Com um dispositivo como uma bandagem elástica ou um manguito de pressão arterial, comprimem-se as articulações do membro com o corpo, retendo o medicamento nas veias desse membro. Para se obter os melhores resultados, é necessário que o paciente siga à risca as instruções do pós-operatório, portanto, a cirurgia cosmética é recomendada somente para pessoas altamente motivadas. De um modo geral, uma avaliação clínica é a mais relevante antes de uma cirurgia, sendo que outros exames podem ser solicitados para o complemento do diagnóstico. Entretanto, é necessário ter cautela antes de indicar testes além da anamnese e o teste físico, até porque, não são todas as pessoas que precisam realizar exames laboratoriais, por exemplo.

Cirurgias de grande porte

Normalmente, a pessoa pode retornar para casa no mesmo dia da cirurgia de pequeno porte. Os eventos cardiovasculares constituem as principais causas de mortalidade perioperatória em cirurgias não cardíacas. A prevalência de doenças cardiovasculares vem aumentando com o passar dos anos, o que se relaciona, dentre outros fatores, com a maior proporção de idosos integrando a população, devido ao aumento da expectativa de vida. Os idosos (maiores de 65 anos) também representam o grupo mais submetido a procedimentos cirúrgicos. O cirurgião acredita que os procedimentos feitos por profissionais não qualificados são uma das consequências da banalização das cirurgias plásticas.

Pode fazer cirurgia sem o exame de risco cirúrgico?

Rápido e indolor, o ECG auxilia no diagnóstico de arritmias, infarto do miocárdio, distúrbios de condução, entre outros males cardiovasculares. Pensando nisso, entidades médicas criaram um protocolo geral, que deve ser o ponto de partida para a avaliação de qualquer paciente. Surgiu de uma revisão do índice de Goldman, que agregou a distribuição dos pacientes em quatro classes de risco distintas. Esse algoritmo teve origem em pesquisas da Sociedade de Cardiologia de São Paulo, e conta com 27 variáveis para avaliação do risco.

O paciente pediátrico também necessita de uma abordagem alinhada à condição física e psíquica para diminuir a morbidade e mortalidade decorrentes de cirurgias. A maior prevalência de condições como diabetes, hipertensão arterial sistêmica (HAS), doença arterial obstrutiva crônica (DPOC), desnutrição e insuficiência renal pedem atenção especial a esse grupo. Isso porque o paciente idoso sofreu maior desgaste dos tecidos, órgãos e sistemas do organismo, além de apresentar comorbidades com mais frequência. Ela também serve para indicar ou contraindicar um procedimento, descartando a exposição de pacientes a perigos desnecessários ou elevados.

Qual é a cirurgia de maior risco?

Se os órgãos não estiverem funcionando de maneira adequada, o estresse da cirurgia e da anestesia pode causar problemas. Os exames pré-operatórios também podem revelar uma doença temporária despercebida, como uma infecção, que exige o adiamento da cirurgia. Ao falar sobre cirurgia de urgência ou de emergência, o risco cirúrgico não se aplica, pois, nesses casos, o risco do paciente em não operar é sempre maior do que o risco de uma cirurgia realizada sem uma avaliação pré-operatória. O risco cirúrgico é uma avaliação feita antes de procedimentos cirúrgicos para avaliar o estado geral de saúde da pessoa e o risco de complicações ao longo de todo o período antes, durante e após a cirurgia. O anestesiologista pode se encontrar com o paciente antes da cirurgia para analisar os resultados dos exames e identificar determinados problemas de saúde que possam influenciar a escolha do tipo de anestésico.

As pessoas que desenvolvem constipação recebem doses menores de opioides (analgésicos) e outros medicamentos que causam constipação e começam a caminhar o mais rápido possível. A menos que sua cirurgia tenha envolvido o trato intestinal, as pessoas que apresentam constipação também podem receber laxantes que estimulam os intestinos, como bisacodil, senna ou cáscara. Depois de a cirurgia ter sido concluída, a pessoa é levada para uma sala de recuperação para ser monitorada atentamente por cerca de uma ou duas horas, enquanto a anestesia passa.

Em geral, são procedimentos eletivos em locais que não sinalizam qualquer inflamação, além de estarem longe das estruturas dos aparelhos respiratório, digestivo, urinário e reprodutor. Seu objetivo é aumentar os cuidados para reduzir a exposição do doente a patógenos e agentes infecciosos. Localização, possibilidade de inflamações, presença de secreções e pus são fatores considerados para fazer a divisão de forma correta. A mamoplastia reparadora é um exemplo, assim como o tratamento para hérnia abdominal – que se forma por causa de fraqueza ou orifícios na musculatura.

No intuito de melhorar a estratificação do risco cardiovascular, Goldman et al estruturam, em 1977, o primeiro escore baseado em variáveis clínicas após extenso estudo com 1.001 pacientes acima de 40 anos. Esse índice serviu de inspiração para criação de outros, como o de Detsky, e ainda é utilizado atualmente. Para a cirurgia decorrer com menos riscos e para que a recuperação seja mais rápida, é importante seguir as indicações do médico em relação à continuidade de determinados tratamentos, já…

As pessoas também devem saber que, embora a cirurgia minimamente invasiva possa causar menos dor que a cirurgia tradicional, ainda ocorre dor, geralmente mais do que o esperado. Os riscos de uma cirurgia, ou seja, a probabilidade de a cirurgia levar à morte ou a um problema sério, dependem do tipo de cirurgia e das características da pessoa. Esses tipos de anestesia consistem em injeções de medicamentos (como lidocaína ou bupivacaína) que deixam apenas partes específicas do corpo dormentes. Em outro procedimento cirúrgico chamado transplante, órgãos, como pele, rim ou fígado, podem ser removidos do corpo e, em seguida, transferidos de volta ao mesmo corpo (por exemplo, com pele) ou em um corpo diferente. Para que isso não ocorra, é ideal que você procure o Dr. Diogo Kalil para que uma avaliação cirúrgica e exames cardíacos possam ser realizados e que sejam eliminados qualquer risco de que a cirurgia tenha intercorrência de ordem cardiovascular.

Saber qual o risco cirúrgico é importante para que as chances de morte, de sequelas e de complicações sejam diminuídas. É verificado se o paciente pode ter alguma complicação, abdominoplastia como uma parada cardíaca ou infarto, durante o procedimento cirúrgico. Anestesia é algo que bloqueia a sensação de dor ou faz com que a pessoa fique inconsciente.

Para cirurgia ambulatorial, as pessoas não deverão comer nem beber nada depois da meia-noite. As pessoas deverão perguntar ao médico quais dos medicamentos com receita que elas tomam regularmente devem ser tomados antes da cirurgia. As pessoas que realizarão uma cirurgia que envolve o intestino deverão receber laxantes ou enemas durante um dia ou dois antes da cirurgia.


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